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Perguntas frequentes

O XFA verifica coisas como se o disco está cifrado, se o ecrã bloqueia automaticamente, se o sistema operativo e o navegador estão atualizados e se há antivírus ou firewall ativos, entre outras verificações. A lista exata é definida pela política da sua organização, e o XFA lê apenas essas definições concretas, nunca os seus ficheiros nem a sua atividade.

Não. O XFA não pode assumir o controlo do seu dispositivo e não tem direitos de administrador para alterar definições por si próprio. Não lê os seus ficheiros, mensagens, histórico de navegação nem aplicações instaladas, para além das definições de segurança concretas que verifica. Se alguma coisa falhar uma verificação, o XFA orienta-o para a resolver você mesmo; nunca a resolve por si.

Instalar o XFA leva apenas alguns minutos e não precisa de conta. Quando a sua organização lhe pedir para verificar um dispositivo, siga a ligação e transfira a aplicação XFA: a Desktop Application no Windows, macOS e Linux, ou a Mobile App no iOS e Android. Abra o instalador, siga as indicações e volte depois ao ecrã de verificação para ligar.

Se a sua organização vir um dispositivo como "Ligação perdida", abra a aplicação XFA nesse dispositivo (instale-a ou atualize-a primeiro, se for preciso) e confirme que a sua organização continua ligada. Se não estiver, aceite o convite outra vez ou siga o e-mail de verificação que a sua equipa de TI enviou. O XFA partilha depois um estado novo automaticamente.

Pode nem precisar de desinstalar. Para deixar de partilhar o estado do seu dispositivo, basta desligar-se da organização dentro da aplicação XFA. Para remover o XFA por completo, desligue-se primeiro de todas as organizações e desinstale depois a aplicação pelo processo de remoção normal do seu sistema operativo, no Windows, macOS, Linux, iOS ou Android.

Não. Tanto no macOS como no Windows, o antivírus e a firewall integrados dão um bom nível de segurança e chegam por si sós; no Mac, sempre foi assim. Estão normalmente ligados por predefinição mas, se você ou outra pessoa os desligar, o XFA assinala isso nas suas verificações.

Sim, no Windows. O XFA lê o que a própria Segurança do Windows comunica, por isso qualquer antivírus aí registado conta, e não apenas o Microsoft Defender. O nome do produto que vê no XFA é o que o Windows mostra em "Quem me está a proteger". O Windows mantém o Microsoft Defender registado em modo passivo ao lado do seu antivírus, o que é normal e não afeta a verificação. Se o XFA disser que não há antimalware ativo e o seu antivírus parecer bem, abra a Segurança do Windows e confirme que a proteção em tempo real está ligada para ele, e volte a abrir o XFA para repetir a verificação. No macOS, o XFA lê o XProtect integrado da Apple em vez de um produto de um fornecedor específico.

O agente XFA verifica o seu dispositivo e comunica o estado dele mais ou menos de 6 em 6 horas, com o momento exato ligeiramente variado para que não seja possível deduzir do padrão as suas horas de atividade. Abrir o XFA no dispositivo também despoleta uma verificação imediata, o que mantém atualizada a visão que a sua organização tem do estado do dispositivo.

A verificação Secrets in Environment do XFA procura variáveis de ambiente cujos nomes sugerem que contêm credenciais, como chaves de API, tokens ou palavras-passe, em ficheiros de configuração da shell, processos em execução e definições do sistema. Regista apenas o nome da variável, nunca o valor real, e assinala os casos em que essas credenciais poderiam ficar expostas a qualquer processo no dispositivo.

observação
Esta verificação está atualmente em beta e vem desligada por predefinição. A sua organização pode ligá-la e escolher se avisa ou bloqueia quando forem detetados segredos.

Procuramos nomes de variáveis que contenham padrões como:

  • KEY (por exemplo, API_KEY, PRIVATE_KEY, AWS_ACCESS_KEY)
  • TOKEN (por exemplo, AUTH_TOKEN, GITHUB_TOKEN)
  • SECRET (por exemplo, CLIENT_SECRET, JWT_SECRET)
  • PASSWORD / PASSWD (por exemplo, DB_PASSWORD)
  • CREDENTIAL (por exemplo, AWS_CREDENTIAL)
  • OAUTH (por exemplo, OAUTH_TOKEN)
  • ENCRYPTION_KEY, SIGNING_KEY

Onde procuramos?

  • Ambiente do processo: variáveis herdadas por todos os processos filhos
  • Ambientes de shell (bash, zsh, fish): variáveis definidas em ficheiros de configuração da shell
  • Linhas de comando de processos em execução: segredos passados como argumentos (por exemplo, docker run -e API_KEY=xxx)
  • Sessão launchd do macOS: variáveis herdadas por aplicações gráficas (IDE, assistentes de IA)
  • Registo do Windows: variáveis de ambiente ao nível do utilizador e do sistema

Os segredos guardados em variáveis de ambiente ficam acessíveis a todos os processos que correm nesse contexto, incluindo assistentes de programação com IA, plugins de IDE e qualquer ferramenta aberta a partir do terminal ou do ambiente de trabalho. Isto é uma superfície de ataque considerável.

informação
O XFA regista apenas o nome da variável (por exemplo, OPENAI_API_KEY), nunca o valor real do segredo. Excluímos variáveis conhecidas e seguras como PATH, HOME, SSH_AUTH_SOCK e as definições de idioma, para evitar falsos positivos.

A verificação Unattended remote access do XFA procura ferramentas de controlo remoto de terceiros, como o TeamViewer, o AnyDesk e o Chrome Remote Desktop, que estejam configuradas para permitir ligações sem a sua aprovação no ecrã. Ter estas ferramentas instaladas não gera, por si só, um alerta; só uma configuração ativa de acesso sem supervisão o faz, porque pode funcionar como uma porta traseira permanente para o seu dispositivo.

Que ferramentas são verificadas?

  • TeamViewer
  • AnyDesk
  • Chrome Remote Desktop

O XFA não assinala estas ferramentas apenas por estarem instaladas. A verificação só dispara quando o acesso sem supervisão está ativamente configurado (por exemplo, quando há uma palavra-passe permanente definida ou um serviço a correr que permite ligações sem aprovação no ecrã).

Como resolvo isto? Para ficar conforme, pode:

  1. Desativar o acesso sem supervisão nas definições da ferramenta (por exemplo, remover a palavra-passe permanente no TeamViewer, desativar a opção de acesso sem supervisão no AnyDesk, ou remover o seu dispositivo do Chrome Remote Desktop).
  2. Desinstalar por completo a ferramenta de controlo remoto se já não precisar dela.
informação
Esta verificação é distinta das verificações de acesso remoto integradas no sistema operativo (partilha de ecrã, início de sessão remoto, gestão remota, execução remota de scripts), que cobrem apenas funcionalidades nativas do sistema operativo.